31 de jul. de 2009

Dedicado a um falecido.

Há dezessete anos você não está entre nós.
Não o conheci como muitos o conheceram.
Nunca o abracei nem nunca ouvi sua voz.
Nunca senti a textura de sua velhice em mim,
nem nunca ri de alguma piada sua.
Mas ajo como se já tivesse.
Choro como se já tivesse.
Meu coração dispara como se já lhe conhecesse.
Você me faz falta, não sou completa nem nunca serei.
Você sempre será meu avô.
Meu único avô.
Meu amado avô.
Meu vovô.
O unico que já amei e que vou amar.
O único que me comove com musicas.
Você é único, vô.

Não é sempre, mas eu sei que você está bem agora.

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